
Sou Gabriela Ortiz, equatoriana e moro no Brasil há cinco anos.
Minha primeira formação foi em Administração e movida pelo desejo de compreender mais profundamente o comportamento humano e pelo impacto que a Psicologia teve na minha própria trajetória, decidi fazer uma transição de carreira. Essa escolha nasceu de um propósito: dedicar minha vida profissional ao cuidado com a saúde mental e ao acompanhamento de pessoas em seus processos de transformação.
Atualmente estou concluindo a graduação em Psicologia pela Universidade FUMEC, em Belo Horizonte, onde realizo atendimentos de psicoterapia individual na Clínica-Escola. Também possuo formação em Terapias Cognitivo-Comportamentais pelo Instituto PBE, com aprofundamento em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e Terapia Comportamental Dialética (DBT).
Desde o início da minha formação, encontrei no trabalho com mulheres um propósito especial. Minha experiência clínica tem sido voltada ao atendimento de mulheres que enfrentam dificuldades relacionadas aos relacionamentos, violência, autoestima, imagem corporal e sofrimento emocional.
Ao longo dessa trajetória, aprofundei meus estudos em transtornos alimentares e imagem corporal por meio de cursos, congressos e formações específicas. Hoje, essa também é a área de pesquisa do meu Trabalho de Conclusão de Curso, refletindo um interesse que pretendo continuar desenvolvendo ao longo da minha carreira.
Acredito que a técnica, por si só, não é suficiente. Cada pessoa possui uma história, um contexto e experiências únicas. Por isso, antes de qualquer diagnóstico, procuro compreender quem é a pessoa que está à minha frente. Meu compromisso é oferecer um atendimento acolhedor, ético e baseado nas melhores evidências científicas disponíveis, respeitando sempre a singularidade de cada paciente.
Acredito que o sofrimento psicológico nunca pode ser reduzido a um diagnóstico.
Antes de qualquer nome técnico que cabe em um manual de diagnóstico, existe frente a mim uma pessoa, uma história, relações, perdas, aprendizados e um contexto que merecem ser compreendidos.
Por isso, minha prática clínica procura integrar acolhimento, ciência e respeito pela singularidade de cada paciente.
Trabalho com uma Psicologia baseada em evidências, o que significa utilizar intervenções respaldadas pelas melhores pesquisas científicas disponíveis, sempre considerando minha experiência clínica e as necessidades individuais de cada pessoa.
Mais do que aliviar sintomas, acredito que a psicoterapia deve ampliar a autonomia, fortalecer recursos pessoais e favorecer uma vida construída de acordo com aquilo que faz sentido para cada mulher.
Utilizo intervenções respaldadas pelas melhores pesquisas científicas disponíveis, sempre considerando minha experiência clínica e as necessidades individuais de cada pessoa.
Antes de qualquer diagnóstico, procuro compreender quem é a pessoa que está à minha frente — sua história, seu contexto e suas experiências únicas.
Definimos objetivos em conjunto e construímos um plano de tratamento que respeite suas necessidades e o seu momento de vida.
Mais do que aliviar sintomas, acredito que a psicoterapia deve ampliar a autonomia e favorecer uma vida construída de acordo com o que faz sentido para cada mulher.